segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Sinpro-Rio convoca assembleias da Campanha Salarial de 2012
Confira os horários e participe da sua assembleia!
Dia 19 de novembro, sábado:
10 horas – Assembleia da Educação Superior: ganho real, manutenção das cláusulas e regulamentação da tecnologia de educação em sala de aula.
14 horas – Assembleia da Educação Básica: equivalência do piso, ganho real, manutenção das cláusulas e condições de trabalho e saúde.
Auditório do Sinpro-Rio, Rua Pedro Lessa, 35, 2.º andar, Castelo.
As informações são do site do Sinpro-Rio.
www.sinpro-rio.org.br/
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
CTB marcha com professores por 10% do PIB para educação
Na última quarta-feira (26), a CTB participou ao lado dos trabalhadores da educação e estudantes de todo país, de uma caminhada até a Esplanada dos Ministérios para reivindicar o investimento de 10% do PIB para o setor de educação.
A Marcha em defesa da educação pública, promovida pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), concentrou-se logo cedo em frente ao Estádio Mané Garrincha saiu, por volta das 10h, pelo Eixo Monumental, percorreu todo trajeto da Esplanada dos Ministérios culminando com um grande ato em frente ao Congresso Nacional que contou com a participação de Parlamentares, entidades de âmbito nacional e internacional como as Centrais Sindical da Argentina e Chile dentre outras.
"A CTB, defensora de uma Educação Pública, laica e de qualidade socialmente referenciada, participou destacadamente da Marcha que teve como tema '10 mil pelos 10% do PIB para a educação'. Sem dúvida, a luta, mais do que justa, traz para a ordem de prioridades o que já é uma bandeira defendida há algum tempo por educadores, o financiamento da educação com mais investimentos para um setor que consideramos prioritário para um projeto desenvolvimento com crescimento econômico, distribuição de renda e políticas sociais voltadas para o bem estar do seu povo", destacou Marilene Betros, membro da direção executiva da CTB, que também lembrou da importância de se conste do PNE que tramita no Congresso Nacional o percentual de 10% do PIB para a educação, alterando a proposta do PL 8.035/2010 que é de ampliar para 7%.
Para a dirigente cetebista a ampliação dos recursos é fundamental para melhorar a qualidade da educação. "Não podemos negar que o Brasil saiu de uma aplicação do PIB no setor, de 3% para 5% o que ainda é muito pouco para superar a enorme desigualdade existente na educação neste país de dimensão continental onde temos 10% dos jovens acima de 15 anos analfabetos e sem acesso a uma vida digna. Ainda há uma grande defasagem. Se compararmos o nosso país com outros, podemos verificar que aqui se investe menos que na Bolívia(6,4%), Botswana(8,7), África do Sul(5,4%) e México(5,4%) sem contar Cuba que aplica 9,1%(dados da UNESCO, 2010. Segundo diversas pesquisas feitas ao longo de anos, sobre a questão, os resultados obtidos pelos países que organizaram tardiamente sua educação pública melhoraram consideravelmente a partir do momento em que aumentaram os investimentos no sistema de educação pública, a exemplo Japão, Cingapura, Finlândia e Cuba", ressaltou.
Ao final da Marcha, a CNTE entregou documento ao Ministro da Educação Fernando Haddad onde ressaltava a necessidade de garantir no próximo Plano Nacional de Educação a destinação de 10% do PIB para a educação, além de outras questões, não menos importante como a valorização dos profissionais da educação, através de piso salarial digno vinculado às carreiras do magistério e dos demais profissionais da educação básica, bem como a implementação da gestão democrática nas escolas e nos sistemas de ensino.
O documento cobrava também a resposta das pautas da CNTE que estão sem respostas, a exemplo da instalação da Mesa de Negociação com representantes dos entes federados e dos trabalhadores em educação visando à imediata aplicação do piso salarial profissional nacional do magistério em todo país, a aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional e a implementação do Sistema Nacional de Educação por meio de dispositivos legais.
Marilene Betros destacou ainda que a CTB continuará levantando a bandeira da defesa da educação pública, com destaque para os pontos importantes , principalmente no que se refere à qualidade, à equidade e à permanência do estudante na escola e que isso só acontecerá com mais investimentos, sendo o aumento do PIB para 10% já, um dos mecanismo urgente.
"A CTB continuará também na luta pela aplicação plena da lei do piso nacional para o magistério pelos estados e municípios, pela obrigatoriedade da existência de planos de carreira e que estes sejam cumpridos e a implantação de 1/3 da jornada para atividades de planejamento e formação, uma vez que, piso salarial, jornada, formação inicial e continuada, carreira e condições apropriadas para o pleno êxito das atividades docentes, são elementos indissociáveis da valorização dos profissionais da educação", afirmou ainda a diretora.
Portal da CTB 28.10.2011
http://portalctb.org.br/
A Marcha em defesa da educação pública, promovida pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), concentrou-se logo cedo em frente ao Estádio Mané Garrincha saiu, por volta das 10h, pelo Eixo Monumental, percorreu todo trajeto da Esplanada dos Ministérios culminando com um grande ato em frente ao Congresso Nacional que contou com a participação de Parlamentares, entidades de âmbito nacional e internacional como as Centrais Sindical da Argentina e Chile dentre outras.
"A CTB, defensora de uma Educação Pública, laica e de qualidade socialmente referenciada, participou destacadamente da Marcha que teve como tema '10 mil pelos 10% do PIB para a educação'. Sem dúvida, a luta, mais do que justa, traz para a ordem de prioridades o que já é uma bandeira defendida há algum tempo por educadores, o financiamento da educação com mais investimentos para um setor que consideramos prioritário para um projeto desenvolvimento com crescimento econômico, distribuição de renda e políticas sociais voltadas para o bem estar do seu povo", destacou Marilene Betros, membro da direção executiva da CTB, que também lembrou da importância de se conste do PNE que tramita no Congresso Nacional o percentual de 10% do PIB para a educação, alterando a proposta do PL 8.035/2010 que é de ampliar para 7%.
Para a dirigente cetebista a ampliação dos recursos é fundamental para melhorar a qualidade da educação. "Não podemos negar que o Brasil saiu de uma aplicação do PIB no setor, de 3% para 5% o que ainda é muito pouco para superar a enorme desigualdade existente na educação neste país de dimensão continental onde temos 10% dos jovens acima de 15 anos analfabetos e sem acesso a uma vida digna. Ainda há uma grande defasagem. Se compararmos o nosso país com outros, podemos verificar que aqui se investe menos que na Bolívia(6,4%), Botswana(8,7), África do Sul(5,4%) e México(5,4%) sem contar Cuba que aplica 9,1%(dados da UNESCO, 2010. Segundo diversas pesquisas feitas ao longo de anos, sobre a questão, os resultados obtidos pelos países que organizaram tardiamente sua educação pública melhoraram consideravelmente a partir do momento em que aumentaram os investimentos no sistema de educação pública, a exemplo Japão, Cingapura, Finlândia e Cuba", ressaltou.
Ao final da Marcha, a CNTE entregou documento ao Ministro da Educação Fernando Haddad onde ressaltava a necessidade de garantir no próximo Plano Nacional de Educação a destinação de 10% do PIB para a educação, além de outras questões, não menos importante como a valorização dos profissionais da educação, através de piso salarial digno vinculado às carreiras do magistério e dos demais profissionais da educação básica, bem como a implementação da gestão democrática nas escolas e nos sistemas de ensino.
O documento cobrava também a resposta das pautas da CNTE que estão sem respostas, a exemplo da instalação da Mesa de Negociação com representantes dos entes federados e dos trabalhadores em educação visando à imediata aplicação do piso salarial profissional nacional do magistério em todo país, a aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional e a implementação do Sistema Nacional de Educação por meio de dispositivos legais.
Marilene Betros destacou ainda que a CTB continuará levantando a bandeira da defesa da educação pública, com destaque para os pontos importantes , principalmente no que se refere à qualidade, à equidade e à permanência do estudante na escola e que isso só acontecerá com mais investimentos, sendo o aumento do PIB para 10% já, um dos mecanismo urgente.
"A CTB continuará também na luta pela aplicação plena da lei do piso nacional para o magistério pelos estados e municípios, pela obrigatoriedade da existência de planos de carreira e que estes sejam cumpridos e a implantação de 1/3 da jornada para atividades de planejamento e formação, uma vez que, piso salarial, jornada, formação inicial e continuada, carreira e condições apropriadas para o pleno êxito das atividades docentes, são elementos indissociáveis da valorização dos profissionais da educação", afirmou ainda a diretora.
Portal da CTB 28.10.2011
http://portalctb.org.br/
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Tem algo de errado na escola. É hora de corrigir!

Campanha pela paz nas escolas conquista apoio da sociedade
A campanha pela paz nas escolas do Sinpro Minas começou neste mês a ser veiculada na mídia e em outros espaços, entre eles as redes sociais. A iniciativa tem recebido manifestações de apoio da sociedade.
Com o slogan Tem algo de errado na escola. É hora de corrigir, a campanha traz peças e um vídeo (abaixo) com situações prováveis que retratam formas de agressão vivenciadas pelos professores.
http://www.sinprominas.org.br/conteudos/detalhes.aspx?IdCanal=123&IdMateria=2170
Extraído do site do Sinpro Minas
sábado, 15 de outubro de 2011
DIA DO PROFESSOR
Em 15 de outubro, comemora-se o Dia do Professor. Esta data é consagrada à educadora Santa Tereza D’ Ávila, que viveu na Espanha, no século XVI. Em 15 de outubro de 1827, D.Pedro I baixou um decreto que criou o ensino elementar no Brasil. Mas, foi somente em 1947, que aconteceu a primeira comemoração de um dia dedicado ao professor. Na época, o segundo semestre letivo estendia-se de primeiro de junho a quinze de dezembro, tendo apenas 10 dias de férias. Os professores do Ginásio Caetano de Campos, em São Paulo, resolveram estabelecer que, naquele segundo semestre de 1947, no dia 15 de outubro, as aulas não aconteceriam e que o dia seria reservado à comemoração e à reflexão sobre o trabalho do professor (Texto de Augusto Cesar Petta, professor, sociólogo, Coordenador Técnico do Centro de Estudos Sindicais (CES), ex- Presidente do SINPRO-Campinas e região, ex-Presidente da CONTEE).
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O IPCS está realizando uma pesquisa exploratória sobre a Eleição de 2012
O IPCS (Instituto de Pesquisa em Ciências Sociais- www.ipcs.inf.br) está realizando uma pesquisa exploratória sobre a Eleição de 2012 no Rio de Janeiro com os membros da lista do SINDSERJ.
O objetivo é examinar a opinião política dos membros da nossa lista com relação à eleição do Rio de Janeiro em 2012.
O questionário é curto (leva menos de 1 minuto) e pode ser respondido por todos, incluindo estudantes da graduação.
Naturalmente o questionário é anônimo e seus resultados serão divulgados na lista, tão logo a cota amostral seja atingida.
Basta clicar no site abaixo para entrar no questionário.
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGNZOVBwZFA5b25tYkVmNWU3cDJoLWc6MQ
Caso o site não abra após clicar, copie e cole o endereço em seu navegador.
O objetivo é examinar a opinião política dos membros da nossa lista com relação à eleição do Rio de Janeiro em 2012.
O questionário é curto (leva menos de 1 minuto) e pode ser respondido por todos, incluindo estudantes da graduação.
Naturalmente o questionário é anônimo e seus resultados serão divulgados na lista, tão logo a cota amostral seja atingida.
Basta clicar no site abaixo para entrar no questionário.
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGNZOVBwZFA5b25tYkVmNWU3cDJoLWc6MQ
Caso o site não abra após clicar, copie e cole o endereço em seu navegador.
SBS realiza em 26/10/11 Assembleia Geral
A Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) convoca seus associados a participarem da próxima Assembleia Geral Ordinária, a se realizar no dia 26 de outubro, às 18hs, no Hotel Palace, sala 14, na cidade de Caxambu/MG.
Veja no site da SBS: http://www.sbsociologia.com.br/
Veja no site da SBS: http://www.sbsociologia.com.br/
sábado, 25 de dezembro de 2010
DOCUMENTO FINAL DO I FÓRUM ESTADUAL DE PROFESSORES DE SOCIOLOGIA DO RIO DE JANEIRO
A Assembleia do “I Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro: sociologia e mercado de trabalho” foi iniciada às treze horas, no dia treze de novembro do ano de dois mil e dez, no auditório do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro - ISERJ/Faetec, localizado na Rua Mariz e Barros, 273, Praça da Bandeira, Rio de Janeiro, para apreciar e deliberar propostas do fórum, que foi iniciado no dia doze de novembro, do mesmo ano, no mesmo local, às dezoito horas, e estiveram presentes na mesa de abertura, os representantes das entidades: 1. que o compõem: Wanderley Julio Quêdo, presidente do SINPRO-Rio – Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro; Roberto Adão, presidente da ADCP II – Associação de Docentes do Colégio Pedro II; Júlio César Sanches Silva, presidente da Analítica, Pesquisa & Consultoria - Empresa Junior da Universidade Federal Fluminense; Antonio Carlos Lima Rios, diretor da FMG - Fundação Maurício Grabois e Nilton Soares de Souza Neto, presidente do SINDSERJ – Sindicato dos Sociólogos do Estado do Rio de Janeiro; 2. convidadas: José Carlos Madureira, diretor da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil-RJ; Glorya Maria Alves Ramos, secretária de igualdade racial da CUT – Central Única dos Trabalhadores e Célia Regina Neves da Silva, coordenadora do Curso de Ciências Sociais da FEUC – Fundação Educacional Unificada Campograndense e 3. que o apoiam: Sandra Regina Pinto dos Santos, diretora do ISERJ/Faetec. No dia treze de novembro, os trabalhos foram iniciados às dez horas com a exposição dos seguintes professores palestrantes: Célia Neves, coordenadora do Curso de Ciências Sociais da FEUC; Ricardo Emmanuel Ismael de Carvalho, coordenador do Curso de Ciências Sociais da PUC-Rio – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Rosana da Câmara Teixeira, representando Maria Lúcia Pontual, coordenadora do Curso de Ciências Sociais da UFF; Magna Corrêa de Lima Duarte, representando o SINPRO-Rio; Ricardo Cesar Rocha da Costa, professor de Sociologia do IFRJ – Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro – Campus São Gonçalo; Luiz Fernandes de Oliveira, professor de Sociologia da FAETEC – Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro; Marcelo Pereira de Mello, da coordenação do PPGSD/UFF - Curso de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da UFF e Amaury Cesar Moraes, professor da Faculdade de Educação da USP - Universidade de São Paulo. A mesa foi mediada por Nilton Soares de Souza. Na tarde do mesmo dia, foi dado continuidade aos trabalhos sendo aberta a assembléia do fórum às treze horas. A assembleia foi presidida por Nilton Soares de Souza, que propôs que José Carlos Madureira e José Henrique Organista, delegado do SINDSERJ no Norte Fluminense, fossem respectivamente o primeiro e segundo secretários e que os representantes do “GT Em Defesa do Ensino de Sociologia da UFF”, Maria Clara, Jefferson Almeida da Silva e Maycon Santos assentassem à mesa, junto com Júlio César Sanches, da Analítica, e abrissem o debate. Inicialmente, o presidente propôs que fosse alterada a ordem prevista dos trabalhos, de forma que as discussões dos GT’s previstas, sobre Formação do Professor de Sociologia, o Livro Didático de Sociologia e o Currículo de Sociologia ocorressem no auditório e que fossem votadas as propostas e deliberadas pelos presentes como documento do evento no final das discussões. Aprovados os encaminhamentos, foram feitas intervenções pelas seguintes pessoas: José Carlos Madureira, Maycon Santos, Maria Teresa, Maria Clara, Henrique Organista, Jefferson de Almeida, Alci Bento Gonçalves, Felipe Souza, Márcio Franco, Míriam Dolzani, Júlio César Sanches, Nilton Soares de Souza e Valdeci Borges, logo depois o segundo secretário elencou as propostas apresentadas, quando foram dados todos os esclarecimentos e emendas às propostas e, por fim, o primeiro secretário colocou em votação, sendo aprovadas as seguintes deliberações:
1. Respeito, por parte da SEEDUC, aos professores formados em Ciências Sociais;
2. Que somente os professores formados em Ciências Sociais ou Sociologia possam efetivamente lecionar as aulas de Sociologia;
3. Mínimo de duas aulas semanais nos três anos do Ensino Médio;
4. Maior participação dos professores que exercem o magistério no ensino
básico, na produção e alterações curriculares;
5. Maior apoio institucional das Universidades à resolução dos entraves burocráticos, especificamente na questão da Licenciatura em Sociologia e em Ciências Sociais, ao conferir diplomas habilitando o licenciado para lecionar Sociologia na Educação Básica;
6. Buscar financiamento junto às agências de fomento e maior investimento para produção de pesquisas sobre ensino de Sociologia, currículos e livros didáticos;
7. Maior auxílio da Universidade aos licenciandos e licenciados, através de palestras, oficinas e demais atividades que possam contribuir para a consolidação do trabalho na Educação Básica, seja através dos investimentos acima, seja pela ação política institucional junto à SEEDUC/RJ;
8. Acompanhamento da discussão das Orientações Curriculares Nacionais – OCNs;
9. Questionar a separação entre bacharelado e licenciatura, evitando matrículas distintas destes cursos nas universidades, de forma que permita ao estudante se graduar tanto em Bacharel como em Licenciatura no mesmo curso de Ciências Sociais;
10. Buscar conhecer quem são os professores de Sociologia da Educação Básica;
11. Que na discussão do currículo esteja presente o ensino de metodologia da pesquisa para, em especial, como fazer uma resenha, como fazer um fichamento e como fazer um resumo na disciplina de Sociologia no Ensino Médio;
12. Inserção das explicações sociológicas de teóricos brasileiros no currículo mínimo a ser proposto para a disciplina de Sociologia no Ensino Médio e no Ensino Superior;
13. A constituição de três GT’s (grupos de trabalho): 1. sobre a Formação do Professor de Sociologia; 2. sobre Currículo de Sociologia e, 3. sobre Livro Didático de Sociologia, como órgãos do fórum, para elaborarem documentos e realizarem eventos sobre os três eixos que balizaram o fórum e que subsidiarão o próximo evento, se organizando também de forma acadêmica, com apresentação de trabalhos;
14. Que o fórum solicite Audiências Públicas nas três esferas de governo sobre os três temas que tratam os GT’s mencionados no item anterior;
15. Que as entidades organizadoras do Fórum promovam a elaboração de um projeto de pesquisa sobre o “Perfil dos Professores de Sociologia na Rede Pública e Privada do Estado do Rio de Janeiro”;
16. A criação do Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro, coordenado pelas entidades SINDSERJ, SINPRO-Rio, SEPE – Regional VI; ADCP II, ADESA, FMG e ANALÍTICA, e pelo Grupo de Trabalho EM DEFESA DO ENSINO DE SOCIOLOGIA DA UFF, que serão permanentes;
17. A sede do Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro provisoriamente estará localizada na sede do SINDSERJ, na Av. Presidente Vargas, 502, 1705, (Edifício SISAL), Centro, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20071-000.
18. Realização do II Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro em 2011, que tentará aglutinar os diversos eventos sobre Sociologia que vem acontecendo no Estado e no país, tendo em vista o fortalecimento das ações;
19. Que o Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro seja 'batizado' de “Fórum Santo Conterato”.
Todas as propostas foram aprovadas por unanimidade.
Nada mais havendo a tratar, o presidente da plenária fez as considerações finais e agradeceu a todos pela participação, desejando que a próxima edição do fórum tenha o mesmo sucesso do primeiro evento e, logo depois, o documento foi lavrado por mim, José Carlos Madureira, primeiro secretário, às dezessete horas do dia treze de novembro do ano de dois mil e dez e aprovada por todos os presentes.
Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2010.
Presidente da Assembléia:
Nilton Soares de Souza Neto
Secretários da Assembleia:
Primeiro secretário - José Carlos Madureira
Segundo secretário - José Henrique Organista
1. Respeito, por parte da SEEDUC, aos professores formados em Ciências Sociais;
2. Que somente os professores formados em Ciências Sociais ou Sociologia possam efetivamente lecionar as aulas de Sociologia;
3. Mínimo de duas aulas semanais nos três anos do Ensino Médio;
4. Maior participação dos professores que exercem o magistério no ensino
básico, na produção e alterações curriculares;
5. Maior apoio institucional das Universidades à resolução dos entraves burocráticos, especificamente na questão da Licenciatura em Sociologia e em Ciências Sociais, ao conferir diplomas habilitando o licenciado para lecionar Sociologia na Educação Básica;
6. Buscar financiamento junto às agências de fomento e maior investimento para produção de pesquisas sobre ensino de Sociologia, currículos e livros didáticos;
7. Maior auxílio da Universidade aos licenciandos e licenciados, através de palestras, oficinas e demais atividades que possam contribuir para a consolidação do trabalho na Educação Básica, seja através dos investimentos acima, seja pela ação política institucional junto à SEEDUC/RJ;
8. Acompanhamento da discussão das Orientações Curriculares Nacionais – OCNs;
9. Questionar a separação entre bacharelado e licenciatura, evitando matrículas distintas destes cursos nas universidades, de forma que permita ao estudante se graduar tanto em Bacharel como em Licenciatura no mesmo curso de Ciências Sociais;
10. Buscar conhecer quem são os professores de Sociologia da Educação Básica;
11. Que na discussão do currículo esteja presente o ensino de metodologia da pesquisa para, em especial, como fazer uma resenha, como fazer um fichamento e como fazer um resumo na disciplina de Sociologia no Ensino Médio;
12. Inserção das explicações sociológicas de teóricos brasileiros no currículo mínimo a ser proposto para a disciplina de Sociologia no Ensino Médio e no Ensino Superior;
13. A constituição de três GT’s (grupos de trabalho): 1. sobre a Formação do Professor de Sociologia; 2. sobre Currículo de Sociologia e, 3. sobre Livro Didático de Sociologia, como órgãos do fórum, para elaborarem documentos e realizarem eventos sobre os três eixos que balizaram o fórum e que subsidiarão o próximo evento, se organizando também de forma acadêmica, com apresentação de trabalhos;
14. Que o fórum solicite Audiências Públicas nas três esferas de governo sobre os três temas que tratam os GT’s mencionados no item anterior;
15. Que as entidades organizadoras do Fórum promovam a elaboração de um projeto de pesquisa sobre o “Perfil dos Professores de Sociologia na Rede Pública e Privada do Estado do Rio de Janeiro”;
16. A criação do Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro, coordenado pelas entidades SINDSERJ, SINPRO-Rio, SEPE – Regional VI; ADCP II, ADESA, FMG e ANALÍTICA, e pelo Grupo de Trabalho EM DEFESA DO ENSINO DE SOCIOLOGIA DA UFF, que serão permanentes;
17. A sede do Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro provisoriamente estará localizada na sede do SINDSERJ, na Av. Presidente Vargas, 502, 1705, (Edifício SISAL), Centro, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20071-000.
18. Realização do II Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro em 2011, que tentará aglutinar os diversos eventos sobre Sociologia que vem acontecendo no Estado e no país, tendo em vista o fortalecimento das ações;
19. Que o Fórum Estadual de Professores de Sociologia do Rio de Janeiro seja 'batizado' de “Fórum Santo Conterato”.
Todas as propostas foram aprovadas por unanimidade.
Nada mais havendo a tratar, o presidente da plenária fez as considerações finais e agradeceu a todos pela participação, desejando que a próxima edição do fórum tenha o mesmo sucesso do primeiro evento e, logo depois, o documento foi lavrado por mim, José Carlos Madureira, primeiro secretário, às dezessete horas do dia treze de novembro do ano de dois mil e dez e aprovada por todos os presentes.
Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2010.
Presidente da Assembléia:
Nilton Soares de Souza Neto
Secretários da Assembleia:
Primeiro secretário - José Carlos Madureira
Segundo secretário - José Henrique Organista
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